Tuesday, May 12, 2009

Mais quatro coisinhas (e 'meia')...

... que estou à espera de ver!


Moon
thriller/ficção científica





Limits of Control
thriller/drama






Act of God
documentário/reflexão





$9.99
animação/reflexão




Adam
thriller psicológico/curta metragem





13bly

Saturday, May 9, 2009

Aconteceu assim...


DeVotchKa, a chamada 'banda do Little Miss Sunshine' despertou em mim uma imensa curiosidade quando foram confirmados para a recepção ao campista da edição de 2007 do Festival Paredes de Coura.
Conhecia já um pouco da banda (principalmente devido ao filme), mas a sua prestação ao vivo era uma incógnita. O espectáculo a que assisti foi genial a vários níveis, o 'efeito surpresa' foi gigantesco e a energia contagiante. Viveram-se, nesse concerto, momentos quase mágicos.


Chegado o momento de reviver um dos melhores concerto a que já assisti, o quarteto de Denver (agora com mais um álbum na bagagem) não desiludiu. Mesmo já sem o 'efeito surpresa' e com num ambiente bastante diferente os DeVotchKa deram, na Casa das Artes de Famalicão, mais um concerto fantástico assinando uma espécie de confirmação da sua imensa qualidade musical.


O quarteto em palco.

Os quatro protagonistas da noite entraram em palco discretamente e sob uns aplausos ainda um pouco tímidos assumiram as suas posições e tomaram conta dos seus instrumentos. O espectáculo ia começar.
  • Não vou fazer uma análise exaustiva da setlist até porque tem lá coisas que não sei interpretar e outras que não sei se terão passado mesmo assim;
  • Não vou estabelecer comparações com o concerto de Paredes de Coura porque se trataram de espectáculos diferentes;
  • Não vou fazer uma crítica muito extensa porque não há palavras que descrevam um concerto deste.

Nick Urata e a sua voz muito expressiva

Durante o concerto Nick Urata, o vocalista, alternava entre a guitarra acústica, a guitarra eléctrica e o bouzouki dando uns toques no theremin e numas maracas quando era preciso. Tom Hagerman, com o seu ar de génio musical, acompanhava Nick ora com um violino, ora com o acordeão ou piano e até com uma banana/maraca. Jeanie Schroder, para além de ceder a sua voz para o fundo de algumas músicas, e apesar de ser a única menina do grupo, é a que toca os instrumentos mais pesados alternando entre um contrabaixo e uma espécie de tuba (sousafone) com luzinhas de Natal. Por fim, Shawn King, o homem da bateria e da percussão, junta-se aos restantes companheiros da banda na frente do palco para tocar trompete.


Tom Hagerman

Jeanie Schroder

Ao longo da duração do espectáculo os DeVotchKa não fizeram exclusivamente promoção ao seu último álbum. O alinhamento foi dividido de forma equilibrada entre A Mad & Faithful Telling (2008) e How it Ends (2004) tendo ainda tocado o EP de 2006 (Curse Your Little Hearts) quase na íntegra e uma ou outra música de SuperMelodrama (2000) e Una Volta (2003).


Nick Urata, agora na guitarra eléctrica.

Os momentos altos foram sem sombra de dúvida a quase hipnotizante How it Ends e a fantástica cover de Somethin' Stupid (música popularizada por Sinatra e filha). Houve também momentos mais agitados protagonizados sobretudo pela Enemy Guns, Head Honcho ou The Last Beat of My Heart (original de Siouxsie). E outras músicas excelentes (quase todas) como a Queen of the Surface Streets ou a The Clockwise Witness.

Foi um concerto fabuloso que maravilhou a plateia e algumas das reacções dos músicos (acenos de cabeça e sorrisos) fizeram-me crer que os músicos também estavam a gostar da participação do público.

A sala não estava cheia, longe disso, mas estava relativamente composta e, ao fim da segunda ou terceira música, o público estava conquistado e isso fazia-se sentir nos aplausos. O encore foi 'exigido' de pé e com muito entusiasmo e ao final do concerto toda a gente me pareceu bastante animada e satisfeita com o espectáculo.

13bly

Friday, May 8, 2009

Na minha agenda...


Hoje é dia de concerto. Amanhã será dia de review e fotos.
(pelo menos espero que sim)

13bly

Monday, May 4, 2009

O que fazer com as cassetes?

Se calhar a mesma pergunta passou na cabeça de iri5 e decidiu converte-las em retratos. É possível ver no seu Flickr alguns resultados dessas suas investidas na arte via materiais não convencionais.

A sua série Ghost in the Machine dedica-se a fazer retratos de artistas famosos com antigas cassetes. Na sua maioria utiliza cassetes de música para reproduzir músicos famosos, mas também tem peças dedicadas a cinema que fazem uso de bobines e fitas de 16mm. Quem sabe se um dia não veremos retratos em VHS ou Beta...



Para além destes é possível ver Tom Waits, Ian Curtis, Jim Morrison, Robert De Niro, Marilyn Monroe... Quem se seguirá não sei, mas sem dúvida que vou estar atento à página deste artista para descobrir.

13bly

Sunday, May 3, 2009

Porque gostei muito do título do post anterior...

... decidi criar a rúbrica "Se Deus tivesse um mp3..."!


Rúbrica essa que também poderia chamar-se "Músicas da minha vida" ou "Músicas no meu mp3" ou "Músicas de que gosto muito" ou "Se eu fosse Deus e tivesse um mp3" ou ...

Novidades em breve!

13bly