| X= Star Wars; | Y= Dr. Seuss |
Monday, October 3, 2011
Sunday, October 2, 2011
Friday, September 30, 2011
Novidades na volta do correio
Está na cara que o 13 billion lightyears tem... cara nova. Pessoalmente (embora eu seja um bocado suspeito) acho que está melhor. Parece-me tudo mais limpo e mais visível e com uma ou outra novas funcionalidades (como as partilhas e a pesquisa). Os links aconselháveis, esses ainda estão presentes mas agora lá no fundo da página. Importa não esquecer que, apesar de tudo, este novo visual não reflecte qualquer mudança em termos de conteúdo ou filosofia - o 13bly será o mesmo que era antes, fez só um liftingzito para parecer mais novo.
Mas as novidades não se ficam por aqui...

A acompanhar estas mudanças, nasceu também um novo blog, uma espécie de irmão mais novo do 13bly. Chama-se trezemaisum (ou 13+1) e consiste muito simplesmente numa espécie de aterro - uma 'lixeira virtual a céu aberto' mas de coisinhas boas - onde vou despejando, sem grande critério para além do gosto pessoal, tudo o que for imagens (fotografias/ilustrações/cartoons/etc.) pelas quais me interesse independentemente de, mais tarde, as partilhar no 13bly ou não.
Podendo é seguir de perto. Não tão de perto como o 13bly, mas ainda assim...
13bly
Mas as novidades não se ficam por aqui...
Podendo é seguir de perto. Não tão de perto como o 13bly, mas ainda assim...
13bly
Tuesday, September 27, 2011
Três - Afonso Pais e JP Simões (e Nuno Prata) @ Theatro Circo (24-09-2011)
É sempre um prazer para mim ouvir JP Simões, mais ainda quando o cenário é uma das mais bonitas salas de espectáculo do país - o Theatro Circo. No passado Sábado assisti aquele que é já o meu terceiro concerto do trovador coimbrense de 2011 e importa referir que todos os três espectáculos tiveram um pretexto diferente. Primeiro, acústico e completamente a solo, foi na estreia do Bodyspace au Lait, poucos dias depois encontrei-me novamente com ele em Vila do Conde, então com os quase-lendários Belle Chase Hotel. Agora, em Braga, JP apresenta-se na companhia do incrível Afonso Pais.

Com este novo disco/parceria, JP Simões une-se a Afonso Pais e funde dois mundos distintos fazendo a suavidade tropical do Brasil abraçar com afecto a sofisticação abstracta do jazz. Não se pode dizer que este encontro de sonoridades seja inovador ou improvável - já foi praticado algumas vezes pelos maiorais do outro lado do Atlântico - mas nem só de vanguardismo vive a música e a verdade é que tudo aqui soa muito bem. Todas pecinhas de Onde Mora o Mundo (o nome do disco) encaixam muito bem umas nas outras como se estes mundos sempre tivessem vivido de mãos dadas. De tempo a tempo a delicada voz de JP Simões dá espaço à guitarra de Afonso Pais. Ao vivo isso é ainda mais 'visível' com os instrumentais alongados a permitir que o músico de jazz dê asas aos seus dedos e que estes por sua vez dedilhem o seu instrumento de eleição como se não houvesse amanhã.
Vale a pena também referir o concerto de abertura, a cargo de Nuno Prata. Durante uma horita, com dois companheiros a dar apoio, o ex-baixista dos Ornatos Violeta apresentou os seus trabalhos a solo. Sem pretensiosismo Nuno Prata é possuidor de um punhado de boas canções - simples e directas (como Essa dor não existe (tu isso sabes não sabes?) ou Hoje quem?). As outras não serão tão boas mas compuseram um concerto agradável para preparar caminho para o prato principal da noite.
Apesar de ter sentido JP Simões algo apagado no palco de Theatro Circo e de o concerto ter sido um pouco curto (cerca de uma hora) foi uma boa oportunidade para rever um dos melhores trovadores portugueses. A oportunidade é especialmente boa tendo em conta que actuava numa das mais bonitas salas do país acompanhado pelo exímio Afonso Pais ao preço nada exorbitante de 10€.
13bly
Com este novo disco/parceria, JP Simões une-se a Afonso Pais e funde dois mundos distintos fazendo a suavidade tropical do Brasil abraçar com afecto a sofisticação abstracta do jazz. Não se pode dizer que este encontro de sonoridades seja inovador ou improvável - já foi praticado algumas vezes pelos maiorais do outro lado do Atlântico - mas nem só de vanguardismo vive a música e a verdade é que tudo aqui soa muito bem. Todas pecinhas de Onde Mora o Mundo (o nome do disco) encaixam muito bem umas nas outras como se estes mundos sempre tivessem vivido de mãos dadas. De tempo a tempo a delicada voz de JP Simões dá espaço à guitarra de Afonso Pais. Ao vivo isso é ainda mais 'visível' com os instrumentais alongados a permitir que o músico de jazz dê asas aos seus dedos e que estes por sua vez dedilhem o seu instrumento de eleição como se não houvesse amanhã.
Vale a pena também referir o concerto de abertura, a cargo de Nuno Prata. Durante uma horita, com dois companheiros a dar apoio, o ex-baixista dos Ornatos Violeta apresentou os seus trabalhos a solo. Sem pretensiosismo Nuno Prata é possuidor de um punhado de boas canções - simples e directas (como Essa dor não existe (tu isso sabes não sabes?) ou Hoje quem?). As outras não serão tão boas mas compuseram um concerto agradável para preparar caminho para o prato principal da noite.
Apesar de ter sentido JP Simões algo apagado no palco de Theatro Circo e de o concerto ter sido um pouco curto (cerca de uma hora) foi uma boa oportunidade para rever um dos melhores trovadores portugueses. A oportunidade é especialmente boa tendo em conta que actuava numa das mais bonitas salas do país acompanhado pelo exímio Afonso Pais ao preço nada exorbitante de 10€.
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