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Toy Story: Animação | Toy Story: Live Action |
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Saturday, July 13, 2013
Saturday, July 14, 2012
(X por Y)^38 - Klimt: 150 anos
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GUSTAV KLIMT | EGON SCHIELE |
Saturday, May 28, 2011
I'm new here
Early this morning when you knocked upon my door
An' I say: "Hello Satan I believe it's time to go."
Me and the Devil walking side by side.
Gil Scott-Heron (1949-2011)
Sunday, May 1, 2011
Dedicado às mães...
... e a fazer as vezes da mixtape desta semana.
13bly
Tuesday, November 2, 2010
En Garde!!
Segue-se uma dinâmica montagem de alguns dos duelos mais icónicos da história do cinema.
Saturday, October 9, 2010
"Imagine all the people living life in peace!"
Talvez seja um bocado cliché citar a Imagine num post sobre John Lennon mas a verdade é que ambos são quase sinónimos. Imagine foi (e é) a sua música mais conhecida e é para mim aquela que melhor transmite a mensagem de paz que ele tanto se esforçou por espalhar. John Lennon é Imagine e Imagine é John Lennon, não é possível dissociar os dois pois são, na verdade, um só.

Há mil e uma versões de Imagine, desde a aclamada cover dos A Perfect Circle à qual eu, pessoalmente, não acho grande piada até à mais recente versão de Antony and the Johnsons que eu acho muito bem conseguida. Apesar das múltiplas interpretações existentes e possíveis só a original faz todo o sentido dado o seu contexto histórico, o percurso de vida de Lennon e o próprio sentimento da canção.
John Lennon faria hoje 70 anos (e não ontem ao contrário do que o Google anunciou) e o seu sonho, hoje mais do que há 30 anos, não passa de uma miragem e de palavras vagas proferidas por líderes mundiais em cimeiras megalómanas. Que melhor forma de celebrar o seu aniversário do que ouvir a música que, para mim, melhor o caracteriza e transmite a mensagem de paz e união que ele sempre defendeu?
John Lennon faria hoje 70 anos (e não ontem ao contrário do que o Google anunciou) e o seu sonho, hoje mais do que há 30 anos, não passa de uma miragem e de palavras vagas proferidas por líderes mundiais em cimeiras megalómanas. Que melhor forma de celebrar o seu aniversário do que ouvir a música que, para mim, melhor o caracteriza e transmite a mensagem de paz e união que ele sempre defendeu?
13bly
P.S. - Vejam ainda este interessante vídeo de uma entrevista que Lennon deu a um fã de 14 anos e na qual fala de tudo um pouco - desde as regras da sociedade ao negócio da guerra - para explicar porque lhe tentam barrar a entrada nos EUA.
Tuesday, September 14, 2010
"It's-A-me, Mario!"
O picheleiro (que até começou como carpinteiro) que salva princesas faz hoje (afinal fez ontem) 25 anos. Este picheleiro italiano - gordo com uma bigodaça como a Tio Quim e umas jardineiras vermelhas - dificilmente parece a escolha mais óbvia para mascote, mas a verdade é que já deu origem a mais de 200 jogos, uma produção de Hollywood, algumas séries animadas e montanhas de merchandising, tendo acabado por se tornar num dos ícones mais reconhecíveis, não só no universo dos vídeo-jogos, como do mundo em geral.
Friday, July 30, 2010
"Ouve lá Toni!" | "Olha lá Zézé!"
06/12/1954 - 30/07/2010
Neste país, como em todos os outros, há artistas e 'artistas'. Hoje Portugal perdeu um Artista com 'a' grande. Não há como esquecer a brilhante Conversa da Treta (talvez o trabalho mais reconhecido de António Feio) que levou a cabo com o seu grande companheiro e amigo José Pedro Gomes. A Treta, de série televisiva passou a peça de teatro (A Treta Continua, partes I e II) e ainda deu origem a um filme de cinema (O Filme da Treta).
As gargalhadas e bons momentos não têm preço. António Feio proporcionou-me muitos dos dois tanto na série (que acompanhava religiosamente) e nos pequenos sketches soltos que protagonizou na sua carreira como mais tarde no Filme da Treta e, principalmente, na primeira das peças da Treta que tive o prazer de assistir na Casa das Artes de Famalicão. A 'Treta' acabou, mas a memória do seu talento e o seu legado no humor e na cultura portuguesa permanecem intactos.
Até sempre António, obrigado pelas gargalhadas.
As gargalhadas e bons momentos não têm preço. António Feio proporcionou-me muitos dos dois tanto na série (que acompanhava religiosamente) e nos pequenos sketches soltos que protagonizou na sua carreira como mais tarde no Filme da Treta e, principalmente, na primeira das peças da Treta que tive o prazer de assistir na Casa das Artes de Famalicão. A 'Treta' acabou, mas a memória do seu talento e o seu legado no humor e na cultura portuguesa permanecem intactos.
Até sempre António, obrigado pelas gargalhadas.
13bly
Monday, June 21, 2010
Ooo! Born with the blues...
... and I'll never get out of these blues alive!
Quem sabe, sabe e o resto é conversa!
13bly
Friday, June 18, 2010
(Des)intermitências da morte
"Todos sabemos que cada dia que nasce é o primeiro para uns e será o último para outros e que, para a maioria, é só um dia mais."
José Saramago
16/11/1922 - 18/06/2010
13bly
Tuesday, December 22, 2009
Chacun son cinéma
Ce petit coup au coeur quand la lumière s'éteint et que le film commence
Em 2007 o festival de Cannes fez 60 anos. Como forma de celebrar essa data em particular e homenagear o cinema em geral, uma série de realizadores aclamados dos quatro cantos do mundo foram desafiados a fazer uma metragem de três minutos sobre o que sentem numa sala de cinema. Ao todo são 34 filmes em cerca de duas horas de filme, numa espécie de "FastForward para gente grande".
A lista de nomes é impressionante. Saltam à vista nomes como Cronenberg, Roman Polanski, David Lynch ou o 'nosso' Manoel de Oliveira, mas não nos podemos esquecer de Wong Kar Wai, Lars Von Trier, Gus Van Sant, os irmãos Coen (apesar de não aparecerem na lista), Iñarritu, Takeshi Kitano... enfim, uma lista (quase) interminável de nomes sonantes.
Como seria de esperar dum conjunto tão variado de realizadores (e também do tema algo pessoal) os resultados produzidos são também muito díspares. Algumas das curtas são excelentes, outras interessantes ora pelo conceito ora pela forma como foram feitas, mas no meio das coisas boas também houve alguns filmes com os quais não simpatizei.
Dos 34 filmes destaco seis porque, ora por conseguirem ser engraçados no curto espaço de tempo, ora por terem mexido comigo, ora porque estavam de facto muito bem conseguidos, foram os que mais me marcaram.
Como seria de esperar dum conjunto tão variado de realizadores (e também do tema algo pessoal) os resultados produzidos são também muito díspares. Algumas das curtas são excelentes, outras interessantes ora pelo conceito ora pela forma como foram feitas, mas no meio das coisas boas também houve alguns filmes com os quais não simpatizei.
Dos 34 filmes destaco seis porque, ora por conseguirem ser engraçados no curto espaço de tempo, ora por terem mexido comigo, ora porque estavam de facto muito bem conseguidos, foram os que mais me marcaram.
- Alejandro González Iñárritu – Anna
- Zhang Yimou – En regardant le film (Movie Night)
- Lars von Trier – Occupations
- Takeshi Kitano – One Fine Day
- Roman Polanski – Cinéma érotique
- David Lynch - Absurda
Mais que uma excelente homenagem à bela arte que é o cinema, Chacun son cinéma é também uma oportunidade de ver os realizadores a que estamos 'habituados' num contexto diferente e, eu pessoalmente, acho isso interessantíssimo. É também uma boa forma de comparar estilos e de nos apercebermos das infinitas formas de se fazer cinema uma vez que cada realizador tem a sua abordagem.
Pode tornar-se um pouco maçador ver as duas horas de assentada, mas uma vez que, no fundo são 34 filmes diferentes pode-se parar a qualquer altura para depois retomar no mesmo ponto.
Chacun son cinéma é a homenagem que o cinema merece, feito por alguns dos que fizeram 'dele' o que é hoje. Venham mais assim!
13bly
Pode tornar-se um pouco maçador ver as duas horas de assentada, mas uma vez que, no fundo são 34 filmes diferentes pode-se parar a qualquer altura para depois retomar no mesmo ponto.
Chacun son cinéma é a homenagem que o cinema merece, feito por alguns dos que fizeram 'dele' o que é hoje. Venham mais assim!
13bly
P.S. - Este foi o post #300.
Wednesday, October 28, 2009
(X por Y)^12
Este X por Y requer alguma explicação.
Ora então, a história é a seguinte:
Casey Pugh quis prestar homenagem a um dos maiores clássicos do cinema de ficção científica, o primeiro Star Wars, e pediu ajuda aos inúmeros fãs da saga. Para isso dividiu o filme em 2.161 partes de 15 segundos e desafiou-os a recriarem cada uma das cenas à sua maneira para dessa forma montar um remake/homenagem totalmente feito por fãs anónimos.
O filme deve estar 'cá fora' lá para Dezembro e como se pode ver no trailer, a incentivo do próprio Casey, os fãs foram bastante criativos nos meios utilizados para recriar as cenas deste que é um dos maiores clássicos da ficção científica.
As várias cenas já criadas podem ser vistas aqui.
Confesso-me curioso para ver o resultado final.
Ora então, a história é a seguinte:
Casey Pugh quis prestar homenagem a um dos maiores clássicos do cinema de ficção científica, o primeiro Star Wars, e pediu ajuda aos inúmeros fãs da saga. Para isso dividiu o filme em 2.161 partes de 15 segundos e desafiou-os a recriarem cada uma das cenas à sua maneira para dessa forma montar um remake/homenagem totalmente feito por fãs anónimos.
O filme deve estar 'cá fora' lá para Dezembro e como se pode ver no trailer, a incentivo do próprio Casey, os fãs foram bastante criativos nos meios utilizados para recriar as cenas deste que é um dos maiores clássicos da ficção científica.
| X= Star Wars ; | Y= Centenas de fãs; |
As várias cenas já criadas podem ser vistas aqui.
Confesso-me curioso para ver o resultado final.
13bly
Sunday, April 5, 2009
Vida no arame
Man on Wire é um documentário de suster a respiração e isso reflecte-se nos imensos prémios que arrecadou (desde Sundance, aos BAFTA, passando por outros festivais internacionais até culminar no Oscar).

É de facto emocionante e inspiradora a história de vida de Philippe Petit, a forma com que persegue o seu sonho é impressionante e o seu talento e sangue frio face a uma morte quase certa são quase sobrenaturais. Phillipe tem uma personalidade magnética é difícil não simpatizar com ele desde logo e não desejar ajuda-lo a realizar o seu sonho.

Pouco do muito que já vi nesta vida me causou tanto impacto como ver um homem quase a flutuar ou a dançar entre as torres de Notre Damme ou do World Trade Center. As imagens são de uma elegância tal que se fica completamente deliciado com qualquer simples movimento do equilibrista. Enquanto faz a sua arte Phillipe chega a parecer um personagem mitológico cuja própria existência nos parece impossível tal é a força com que a mente humana se acomoda ao "normal".

O realizador tem também a sorte de os protagonistas estarem vivos e ter podido recolher e registar em vídeo os seus testemunhos o que, juntamente com todos os registos da época, enriqueceram em muito as reconstituições. Os comentários deles contribuem em muito para o documentário.

Tanto Phillipe como os seus 'cúmplices' e amigos viveram uma aventura única e Man on Wire é um registo digno da grandiosidade dessa história que é a prova viva de que qualquer sonho pode ser alcançado se a ele lhe dedicarmos as doses esforço e ambição necessários!
13bly
13bly
Thursday, March 12, 2009
Tempo. 1

Ticking away the moments that make up a dull day
You fritter and waste the hours in an off hand way
Ticking around on a piece of ground in your home town
Waiting for someone or something to show you the way
You fritter and waste the hours in an off hand way
Ticking around on a piece of ground in your home town
Waiting for someone or something to show you the way
You are young and life is long and there is time to kill today
And then one day you find ten years have got behind you
No one told you when to run, you missed the starting gun
And then one day you find ten years have got behind you
No one told you when to run, you missed the starting gun
And you run, and you run to catch up with the sun but it's sinking
Racing around to come up behind you again
Racing around to come up behind you again
The sun is the same in the relative way, but you're older
Shorter of breath and one day closer to deathEvery year is getting shorter, never seem to find the time
Plans that either come to naught or half a page of scribbled lines
Hanging on in quiet desperation is the english way
The time is gone, the song is over, thought I'd something more to say
Plans that either come to naught or half a page of scribbled lines
Hanging on in quiet desperation is the english way
The time is gone, the song is over, thought I'd something more to say
Pink Floyd - Time
13bly
Sunday, November 9, 2008
Filho de peixe...
___________
Tim Buckley - Phantasmagoria in Two
13bly

