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Thursday, March 8, 2012
Wednesday, March 7, 2012
Vox Populi

People are taking the piss out of you everyday. They butt into your life, take a cheap shot at you and then disappear. They leer at you from tall buildings and make you feel small. They make flippant comments from buses that imply you're not sexy enough and that all the fun is happening somewhere else. They are on TV making your girlfriend feel inadequate. They have access to the most sophisticated technology the world has ever seen and they bully you with it. They are "The Advertisers" and they are laughing at you.
You, however, are forbidden to touch them. Trademarks, intellectual property rights and copyright law mean advertisers can say what they like wherever they like with total impunity.
Fuck that. Any advert in a public space that gives you no choice whether you see it or not is yours. It's yours to take, re-arrange and re-use. You can do whatever you like with it. Asking for permission is like asking to keep a rock someone just threw at your head.
You owe the companies nothing. Less than nothing, you especially don't owe them any courtesy. They owe you. They have re-arranged the world to put themselves in front of you. They never asked for your permission, don't even start asking for theirs.
You, however, are forbidden to touch them. Trademarks, intellectual property rights and copyright law mean advertisers can say what they like wherever they like with total impunity.
Fuck that. Any advert in a public space that gives you no choice whether you see it or not is yours. It's yours to take, re-arrange and re-use. You can do whatever you like with it. Asking for permission is like asking to keep a rock someone just threw at your head.
You owe the companies nothing. Less than nothing, you especially don't owe them any courtesy. They owe you. They have re-arranged the world to put themselves in front of you. They never asked for your permission, don't even start asking for theirs.


Wednesday, November 3, 2010
Friday, October 8, 2010
David Lynch no mundo da publicidade
David Lynch tem já uma longa história no mundo da publicidade. Fez de tudo um pouco, desde um simples reclame a testes de gravidez passando por um sem número de reclames mais complexos de perfumes (dos quais destaco o Gucci by Gucci) até chegar à indústria automóvel (não gosto do reclame do Nissan Micra mas a presença do simbolismo habitual de Lynch é inegável), das consolas de vídeo-jogos e do tabaco.
Abaixo estão os meus favoritos - os brilhantes e bizarros anúncios da Playstation 2 e dos cigarros Parisienne.
13bly
Thursday, July 22, 2010
O dia-a-dia a alta velocidade
Há tarefas quotidianas que poderiam ser aceleradas, a Volkswagen percebeu isso e lançou a engraçada campanha FAST LANE - Driven by fun. Actividades banais como ir às comprar, utilizar um elevador ou escadas rolantes aumentam de velocidade e tornam-se claramente mais divertidas.
O quarto vídeo (das escadas piano não pertence à campanha FAST LANE, mas sim a The Fun Theory - uma outra iniciativa da Volkswagen num campo similar. Aconselho uma passagem por The Fun Theory onde o objectivo era encontrar soluções divertidas que pudessem incentivar uma melhoria do comportamento cívico (e não só) das pessoas. Algumas das propostas são no mínimo geniais.
13bly
Saturday, June 19, 2010
Ficção ao cubo
A minha admiração pela HBO (e, principalmente pelas suas obras de ficção) deverá ser já do conhecimento dos leitores deste blog - ainda assim, nunca será demais reforçar esse sentimento. Hoje, no entanto, o que me leva a escrever sobre este canal de televisão não é uma série, mini-série ou telefilme. É ainda uma obra de ficção audiovisual, mas com um formato diferente - uma experiência interactiva. Dois anos depois da brilhante campanha HBO Voyeur, surge HBO Imagine.
HBO Imagine é uma campanha lançada em 2009, mas só hoje a 'descobri'. Trata-se de uma espécie de uma espécie de teia de curtos vídeos que, ligados, permitem decifrar uma história de maiores dimensões. Até aqui nada de muito inovador mas a parte engraçada vem a seguir - alguns destes 'excertos' são filmados de 4 ângulos distintos (chamam-lhe 'o cubo') e cada um deles é relevante para a compreensão da história podendo inclusivamente modificar o sentido das cenas.
The HBO Cube embraces the spirit of HBO telling deeper more engaging stories in inovative ways, demonstrating that a single change in perspective changes everything. The HBO Cube shows four sides of a single story simultaneously. Only when you've seen all four sides of the story you will begin to see the bigger picture.
A HBO não se acomoda ao seu estatuto e continua a procurar novas formas de contar histórias e de envolver os seus espectadores nas mesmas. É este o tipo de atitude que os leva cada vez mais longe e cimenta a sua posição de destaque no que toca à ficção televisiva.
13bly
Thursday, June 3, 2010
Iguais mas tão diferentes
Para promover uma da suas televisões e demonstrar o potencial cinematográfico da mesma, a Philips contactou a Ridley Scott Associates e desafiou cinco realizadores emergentes a fazer cada um a sua curta metragem com total liberdade de estilo ou género mas com a restrição de utilizar APENAS as mesmas 6 linhas de diálogo. Assim, sob o lema "There are millions of ways to tell a story,. There's only one way to watch one.", nasceu Parallel Lines.
13bly
Tuesday, November 24, 2009
O que são Kampsinas?
Hoje, no bar da faculdade, reparei numa embalagem de Cheetos.
Para quem viva noutro planeta Cheetos são uma espécie de salgadinhos.
Para quem viva noutro planeta Cheetos são uma espécie de salgadinhos.
A embalagem dizia:
E destacava com algum orgulho:
"sabor Kampsinas"
(só encontrei esta imagem)
Nessa altura questionei-me: "O que são Kampsinas?"
Perguntei a um amigo. Mas ele não me soube responder.
Perguntei à Internet... Mas nem esta me deu resposta.
Fiquei preocupado!
Perguntei a um amigo. Mas ele não me soube responder.
Perguntei à Internet... Mas nem esta me deu resposta.
Fiquei preocupado!
Já dizia o Chester Cheetah:
"Estes Cheetos põe-me louco! E não é pouco!"
O que são afinal Kampsinas?
O que são afinal Kampsinas?
Sunday, September 27, 2009
Ir ao cinema
Ontem à noite fui ao cinema. É verdade! Já não ia ao cinema há mais de um ano e, infelizmente, não posso dizer que tenha sido uma experiência muito agradável.
É certo que o filme não foi grande coisa, mas não é isso que é importante nem é disso que me queixo.
As minhas queixas começam sim na compra dos bilhetes e no exorbitante custo dos mesmos. O preço de um bilhete de cinema já ultrapassou a barreira dos €5.
Pagar €5,20 por algo que não passa de uma projecção de algo pré-gravado sem nada que torne qualquer sessão única é quase inaceitável.
Dica #1: Sejam competitivos, BAIXEM OS PREÇOS!! Ou então façam promoções do tipo "refeição+bilhete" ou "bilhete+pipocas", sessões especiais com atractivos... qualquer coisa! Não continuem é a aumentar o preço de um produto que já de si é pouco consumido e queixar-se que a afluência às salas não aumenta.

As minhas queixas começam sim na compra dos bilhetes e no exorbitante custo dos mesmos. O preço de um bilhete de cinema já ultrapassou a barreira dos €5.
Pagar €5,20 por algo que não passa de uma projecção de algo pré-gravado sem nada que torne qualquer sessão única é quase inaceitável.
Ah e tal porque os filmes são caros e agora com a pirataria já ninguém vai ao cinema.
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A segunda queixa vai para a publicidade na sala. Eu nem em casa vejo publicidade e vou para o cinema pagar para vê-la? Não me parece.
Posso dizer que a sessão teve MEIA HORA de publicidade (desde as 9:15 até às 9h45).
Para além disso lembro-me do tempo em que as salas de cinema eram sóbrias, sem nada que pudesse distrair o espectador. Pois bem, hoje isso já não acontece e o marketing fala mais alto pois havia uma fila de cadeiras forrada a VERMELHO ostentando o símbolo de uma conhecida operadora de telemóveis que, por desprezo à situação, não vou nomear.
Posso dizer que a sessão teve MEIA HORA de publicidade (desde as 9:15 até às 9h45).
Para além disso lembro-me do tempo em que as salas de cinema eram sóbrias, sem nada que pudesse distrair o espectador. Pois bem, hoje isso já não acontece e o marketing fala mais alto pois havia uma fila de cadeiras forrada a VERMELHO ostentando o símbolo de uma conhecida operadora de telemóveis que, por desprezo à situação, não vou nomear.
Ah e tal porque a sessão só começava às 9h30 e nós precisamos de dinheiro.
Dica #2: Se a sessão começa às 9h30 comecem o filme às 9h30! Não ponham o cliente a ver 15 MINUTOS de publicidade indesejada, muito menos quando esse cliente €5,20 para ver o filme!!
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A legitimidade da terceira das minhas queixas é mais discutível e pode dever-se a um excesso de romantismo da minha parte mas aqui vai na mesma.
Actualmente cinema é digital e as máquinas de projecção produzem uma imagem de excelente definição. A imagem não treme, não se vêm grainhas ou marcas na fita (que até já nem é fita) nem se ouve o trabalhar da máquina nem aqueles tradicionais ruídos da fita a rolar.
À primeira vista isso parece uma vantagem incontornável, mas e a magia do cinema? A meu ver deixa de existir... Hoje em dia as tecnologias de alta definição e de som começam a ser mais acessíveis e a marcar a sua posição na casa das pessoas pelo que essa experiência pode ser aproximadamente reproduzida em casa. Não vejo portanto grande vantagem numa deslocação a uma sala de cinema.
Dica #3: Ao acompanhar as tecnologias está a desaparecer uma das características mais diferenciadoras do cinema e perde-se a mística. Pensem na tecnologia como uma ASAE que proíbe as colheres de pau e outros utensílios e processos tradicionais e pensem no resultado dessas acções.
A última queixa da minha lista é um mal que, anteriormente existia, deixou de existir e agora, infelizmente voltou. Falo dos intervalos. Vamos lá ver se o que eu digo faz sentido.
Eu vou ao cinema ver um filme porque é uma experiência muito mais imersiva do que vê-lo em casa. A tela é maior, o som é melhor e a sala está mais escura e (geralmente) em silêncio, mas eis que alguém se lembra de fazer um intervalo, parando o filme e acendendo as luzes para que o espectador possa ir até ao bar comprar umas pipocas e uma bebida. Toda a ilusão é desfeita, a concentração do espectador perde-se e a experiência de assistir ao filme no cinema deixa de fazer sentido. Se quiser estar exposto a potenciais interrupções ou distracções fico a ver um filme em casa.
Dica #4: Vejam as outras dicas e não façam intervalos! Eu vou ao cinema para ver um filme e não para comer pipocas. Se quisesse comer pipocas não pagava bilhete.
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Vistas bem as coisas, uma sala de cinema é como uma sala de exposições de um museu. É o local onde é exposta uma obra de arte. É sempre triste quando as salas não respeitam nem dignificam a arte que representam em detrimento de mais alguns trocados na caixa registadora.
13bly
Actualmente cinema é digital e as máquinas de projecção produzem uma imagem de excelente definição. A imagem não treme, não se vêm grainhas ou marcas na fita (que até já nem é fita) nem se ouve o trabalhar da máquina nem aqueles tradicionais ruídos da fita a rolar.
À primeira vista isso parece uma vantagem incontornável, mas e a magia do cinema? A meu ver deixa de existir... Hoje em dia as tecnologias de alta definição e de som começam a ser mais acessíveis e a marcar a sua posição na casa das pessoas pelo que essa experiência pode ser aproximadamente reproduzida em casa. Não vejo portanto grande vantagem numa deslocação a uma sala de cinema.
Ah e tal porque temos de acompanhar as tecnologias e senão ficamos desactualizados.
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A última queixa da minha lista é um mal que, anteriormente existia, deixou de existir e agora, infelizmente voltou. Falo dos intervalos. Vamos lá ver se o que eu digo faz sentido.
Eu vou ao cinema ver um filme porque é uma experiência muito mais imersiva do que vê-lo em casa. A tela é maior, o som é melhor e a sala está mais escura e (geralmente) em silêncio, mas eis que alguém se lembra de fazer um intervalo, parando o filme e acendendo as luzes para que o espectador possa ir até ao bar comprar umas pipocas e uma bebida. Toda a ilusão é desfeita, a concentração do espectador perde-se e a experiência de assistir ao filme no cinema deixa de fazer sentido. Se quiser estar exposto a potenciais interrupções ou distracções fico a ver um filme em casa.
Ah e tal porque temos de fazer dinheiro como podemos.
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13bly
Por
João Ruivo
Etiquetas:
Cinema,
Crítica,
Desabafos,
Diversos,
Economia,
Espectáculos,
Publicidade,
Sociedade
Wednesday, July 15, 2009
Saturday, June 27, 2009
Money, it's a crime!
Pelos vistos o aclamado festival de cinema não é o único evento de destaque a decorrer em Cannes. Acaba hoje o Cannes Lions International Avertising Festival e, este ano, o grande prémio na categoria de publicidade de exterior (outdoor) foi para o jornal The Zimbabwean.
The Zimbabwean é um jornal é dirigido aos zimbabweanos que vivem no Reino Unido e no sul de África (principalmente Botswana e África do Sul). De realçar que no próprio Zimbabwe, o jornal é taxado com 55% de imposto de luxo, tornando-o praticamente inacessível a quase toda a população e que o seu fundador e actual editor está a residir no Reino Unido após ter sido expulso do Zimbabwe como 'inimigo do povo'.
The Zimbabwean é um jornal é dirigido aos zimbabweanos que vivem no Reino Unido e no sul de África (principalmente Botswana e África do Sul). De realçar que no próprio Zimbabwe, o jornal é taxado com 55% de imposto de luxo, tornando-o praticamente inacessível a quase toda a população e que o seu fundador e actual editor está a residir no Reino Unido após ter sido expulso do Zimbabwe como 'inimigo do povo'.
A campanha aposta em frases fortes imprimidas directamente em notas com as seguintes variantes:
"Z$250,000,000 cannot buy the paper to print this poster on"
"It's cheaper to print this on money than paper"
"Thanks to Mugabe this money is wallpaper"
"Fight the regime that has crippled a country"
"It's cheaper to print this on money than paper"
"Thanks to Mugabe this money is wallpaper"
"Fight the regime that has crippled a country"
Num claro protesto contra o regime do presidente Mugabe, esta campanha é acima de tudo uma chamada de atenção à incomportável situação vivida num país cuja inflação, recorde-se, atingiu valores absurdos como 231.000.000%.
13bly
Tuesday, April 28, 2009
Que óptimo!! (com tê... que se lixe o acordo ortográfico)
A quem ainda não conhece vou apresentar a excelente iniciativa Optimus Discos.
Depois de promover inúmeros concertos pelo país fora e patrocinar um dos maiores festivais do país, com uma única iniciativa, a Optimus consegue:
- Criar incentivo e divulgação para a música portuguesa de qualidade;
- Combater a pirataria;
- Difundir cultura;
- Publicitar-se e às bandas que promove;
- Ganhar dinheiro.
Pois então em que consiste esta iniciativa?
Muito simples. A Optimus disponibiliza para download gratuitamente uma série de EPs de bandas ou projectos musicais portugueses (de diversos estilos e na sua maioria emergentes) sendo colocada mais tarde à venda na Fnac e a um preço aceitável (a rondar os 5€) uma versão física e limitada dos mesmos EPs (a ver se apanho um ou dois).
A primeira fornada que já está disponível para download e estará em breve nas prateleiras de uma Fnac perto de si consiste no seguinte:
Muito simples. A Optimus disponibiliza para download gratuitamente uma série de EPs de bandas ou projectos musicais portugueses (de diversos estilos e na sua maioria emergentes) sendo colocada mais tarde à venda na Fnac e a um preço aceitável (a rondar os 5€) uma versão física e limitada dos mesmos EPs (a ver se apanho um ou dois).
A primeira fornada que já está disponível para download e estará em breve nas prateleiras de uma Fnac perto de si consiste no seguinte:
- The Pragmatic (Circles) - Os sintetizadores são sem dúvida quem mais ordena neste grupo. Já remisturaram nomes como The Shins, Bloc Party e Justice;
- Madame Godard (Aurora) - Pop bem fresquinha é a melhor maneira que encontrei para descrever esta banda que apesar de já ter muitos anos nunca tinha editado. Este é um lançamento que já aguardo há muito tempo;
- DJ Ride (Beat Journey) - Possivelmente o maior DJ português de hip-hop já tendo participado com vários artistas nacionais e não só. DJ Ride leva-nos numa viagem pelas suas beats;
- Tiguana Bibles (Child of the Moon) - Uma voz a fazer lembrar Nancy Sinatra com músicos de bandas como Bunnyranch, The Parkinsons e Tédio Boys não pode dar mau resultado (e não dá efectivamente).
- Tiago Gomes e Tó Trips (Vi-os Desaparecer na Noite) - Kerouac, o seu clássico On the Road e toda uma geração de beatnicks transferido para disco. É isso que representa este novo projecto que junta um escritor e um dos guitarristas dos Dead Combo;
- The Bombazines (The Bombazines) - Isto é sem dúvida -unk só não sei se categorize isto como funk ou punk. Ambas as influências são inegáveis e saiu uma mistura interessante (OK OK, foge mais para o funk).
A segunda remessa já está prometida lá para Junho e irá contar com nomes como Mazgani, Bezegol, Rui Maia (dos X-Wife), Vicious Five, a "big band" de João Paulo Feliciano e ainda o Real Combo Lisbonense e a estreia de Márcia.
A terceira série está também a ser já preparada para Outubro! Estes meninos não brincam!
13bly
Monday, February 16, 2009
8 segundos de insanidade
O 'chime' da NBC é mundialmente famoso, muita gente o identifica com facilidade. Com isso em mente alguém da equipa criativa do canal lembrou-se que poderia ser giro trocar um bocadinho a volta às coisas e convidar alguns artistas conhecidos para darem o seu cunho aquelas três notinhas musicais.
Da lista de convidados constavam nomes como The B-52's, B.B. King e Flaming Lips e cada um interpretou a 'música' à sua maneira.
Da lista de convidados constavam nomes como The B-52's, B.B. King e Flaming Lips e cada um interpretou a 'música' à sua maneira.
Segue a electrizante versão de oito segundos dos Flaming Lips.
Este vídeo é melhor ainda mas não tinha opção de embed.
13bly
Wednesday, January 28, 2009
Adbusting /Subvertising

Subvertising refers to the practice of making spoofs or parodies of corporate and political advertisements in order to make a statement. This can take the form of a new image or an alteration to an existing image. A subvertisement can also be referred to as a meme hack and can be a part of social hacking or culture jamming.- in wikipedia
Pode parecer novidade mas na verdade vemos Subvertising quase todos os dias nas mais variadas formas sendo uma das mais frequentes as t-shirts. O tema nesses casos é geralmente ligeiro e sem grande mensagem ideológica sendo o mais comum, possivelmente, o sexo.
Quem nunca viu a famosa t-shirt 'Nike' com um espermatozóide e a dizer "Just did it"?
Quem as traz vestido acha-se muito inteligente e engraçado mas na maior parte das vezes nem pensa ou se apercebe que a t-shirt pode trazer associada uma mensagem, para além da piada, um protesto anti-consumista e capitalista.
É certo que nem todas essas subversões de logótipos ou slogans são inventados com o objectivo de contestação, mas sem dúvida que algumas serão.
Quem nunca viu nenhum dos seguintes símbolos?
Agora passando ao que me levou a escrever este post.
Há quem se dedique a fazer protestos por estes meios. É um estilo de contestação muito 'Banksyesco' (se é que me entendem) e há todo um movimento associado a estes tipo de arte (há quem lhe chame vandalismo, eu prefiro chamar-lhe arte interventiva).
Um exemplo é a revista canadiana Adbusters. Dedicada a este tema, a Adbusters tem intervenções muito interessantes e vale bem a pena explorar o site.
As seguintes imagens são um dos exemplos mais interessantes de Adbusting que já vi. As fotos foram tiradas numa estação de metro de Berlim e andam a circular pela net.

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Penso não ser preciso dizer muita coisa, tirem as conclusões que acharem devidas.
13bly
Wednesday, January 7, 2009
O cúmulo...
... da mão de obra asiática!
13bly
Saturday, January 3, 2009
Um dos pequenos...
Por
João Ruivo
Etiquetas:
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Vida
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